Segurança
Atualização do Observatório de Ameaças Cibernéticas
CEPERJ — Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro
Atualizado:

O Observatório de Ameaças Cibernéticas do LAB.RJ / CEPERJ atualiza, neste semestre, o recorte de monitoramento e a forma como as análises chegam a gestores estaduais. O objetivo é reduzir o intervalo entre a identificação de um risco recorrente — especialmente em serviços web de alto tráfego — e a publicação de recomendações acionáveis, sem expor dados sensíveis de incidentes.
Foco do semestre
- Vulnerabilidades web em serviços de alto tráfego, com ênfase em aplicações que autenticam o cidadão
- Boas práticas de APIs governamentais (autenticação, limite de taxa, registro de auditoria)
- Incidentes e lições aprendidas, descritos em linguagem de processo — sem indicadores, dumps ou evidências forenses
- Conscientização de servidores sobre phishing, engenharia social e uso indevido de credenciais institucionais
Método de publicação
As análises saem no portal com linguagem acessível a gestores não técnicos. Cada nota deve conter: contexto (qual serviço ou classe de sistema), o que foi observado em termos de padrão (não de caso nominado), impacto potencial para o cidadão ou para a continuidade do serviço, e uma lista curta de medidas. Quando houver referência a normas (LGPD, eMAG, instruções de TIC estaduais), a citação aponta o instrumento, não o detalhe operacional interno.
O ciclo editorial prevê revisão técnica pelo laboratório e revisão de linguagem pela equipe de comunicação institucional, para evitar jargão que impeça a leitura por secretarias e municípios parceiros.
Colaboração
Órgãos parceiros podem sugerir temas pelos canais institucionais. Denúncias de incidentes devem seguir os fluxos oficiais de resposta — não comentários públicos com evidências sensíveis. O Observatório não substitui CSIRT, polícia judiciária nem a autoridade de proteção de dados; atua como instância de síntese e divulgação responsável.
Compromisso
O Observatório busca contribuir para um ecossistema digital estadual mais resiliente, transparente e alinhado à LGPD. Esta atualização não altera mandatos legais; organiza prioridades de pesquisa e o calendário de notas técnicas do segundo semestre de 2026.